Historinha · 7 slides
Quem vai atrás de quem, até o Hora Solar.
Uma caçada em cinco cenas. Cada um procura o próximo. O software só entra quando o escritório já está cheio de processo.
Dossiê · microgeração · B2B
O Hora Solar cobra de quem protocola. O volume chega pela integradora que vendeu a usina e terceiriza o dossiê.
Setas do teclado ou deslize no celular.
Homologadora ou engenharia elétrica com responsável técnico, na faixa de 5 a 60 processos por mês. Vive de volume, retrabalho na concessionária e cadista no teto. O produto que compra é o dossiê protocolável — memorial, unifilar, planta, anexos no padrão da distribuidora — e o que reprova antes de protocolar.
5/mêsUm engenheiro e um cadista. Sessenta dossiês no ano.
20/mêsO ritmo que o Pedro Jorge pediu na call de 14/10.
60/mêsEscritório cheio. Acima disso já costuma ter plataforma própria.
O gargalo do solar brasileiro é conectar na rede. Julho de 2026 entrou 71,6 mil sistemas novos no país. Se 15% a 25% passam por homologadora especialista, o canal move 10 a 17 mil processos por mês. A 20/mês, cabem 500 a 850 empresas no Brasil. Mercado pequeno e concentrado. Um estado de cada vez.
Uma homologação avulsa no mercado vai de R$ 500 a R$ 1.500. A assinatura (R$ 297–597) é 3% a 8% desse ticket: substitui horas de cadista e o ciclo zerado na vistoria.
99,55% da GD é microgeração. IdealTech: o doce de automação é casa e comércio pequeno. Mini com subestação fica 80/20 no RT. Casa de 4–8 kW é o dossiê que o produto já gera.
| Ordem | Estado | Por quê |
|---|---|---|
| 1 | São Paulo | Maior fluxo. Enel, CPFL, Elektro, EDP — troca de anexo o dia inteiro. |
| 2 | Minas Gerais | Cemig: 81% dos integradores relatam inversão de fluxo (Greener 1S 2025). |
| 3 | Rio Grande do Sul | Quase o estoque de MG com 64% do GW. RGE, Equatorial, cooperativas. |
| 4 | Bahia | Fluxo alto. Furo descrito pelo PJ Solar: Equatorial e Enel. |
| 5 | Paraná | Escritórios já no radar (Burtet, Kaminari, S2V). Copel + cooperativas. |
Padrões no produto hoje: CPFL, Neoenergia, Enel, Cemig, Equatorial, Energisa.
Greener: 57% venderam até 100 kWp no semestre — uns dois sistemas residenciais por mês. Manda o projeto pelo /parceiro/{slug}, sobe fatura e foto do padrão, cobra status sem ligar.
Instalador de 1 projeto/mês. Morador e síndico. Franquia e plataforma nacional (Solarprime, Taranis, Heliux, Tellar) — já têm motor próprio. Fabricante de kit e financiadora entram depois.
Em uma frase: precisa quem já vende homologação para terceiros, protocola 5–60 vezes por mês e perde tempo montando o dossiê no padrão da concessionária. Caderno irmão: estados para o ICP.
O morador quase nunca bate na porta do homologador. Quem manda o processo é a empresa que fechou a venda. Casa ou comércio compra solar; a integradora vende e instala; alguém protocola na concessionária para a UC conectar. Esse alguém, na maior parte do mercado, é um escritório de fora.
Titular da UC
Comprou o sistema. Fica atrás da integradora. Exceção rara: cliente final que contrata homologação direto (Dantas Homologa cita isso).
Canal
Vendeu e sobe no telhado. Sem RT ou cadista suficiente, terceiriza o dossiê. Soludin fala em 100+ integradores. MPS: “você instala, a gente homologa.”
Paga o Hora Solar
Empilha 5 a 60 processos/mês. Gera memorial, unifilar e anexos. Protocola. Taranis, IdealTech, Multiseg, PJ Solar: o cliente deles é integradora.
Fora do produto
CPFL, Cemig, RGE, Equatorial, Enel, Neoenergia, Energisa. O Hora Solar prepara o dossiê; o protocolo continua no portal da distribuidora.
Integradora pequena e média. Greener (1S 2025, 1.188 integradores): 57% venderam até 100 kWp no semestre — dois sistemas residenciais por mês. Esse time vende, instala e manda fatura + foto do padrão para um escritório.
RS Engenharias, SOLMAB, TecSul protocolam internamente. Podem virar cliente se a equipe de homologação já opera como escritório (5–60/mês).
Solarprime e Portal Solar têm RT interno. Taranis, Heliux e Tellar são o homologador — o integrador chega nelas, e elas já têm sistema.
O que isso muda no produto. O homologador precisa de dezenas desses integradores para encher a franquia. O link /parceiro/{slug} existe para esse cara: cadastra a usina no celular e cobra status sem ligar. Cada conta paga puxa uma rede desses. O filho do síndico que “bota placa no prédio” é esse integrador: chega num homologador, ou vira o próprio se tiver RT.
Em uma frase: no homologador chega a integradora que vendeu a casa ou o comércio e não quer (ou não consegue) protocolar. O dono da placa fica atrás dela.